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Livres e de Extensão

A Extensão Universitária consiste em uma ação política cujo compromisso é o estreitamento de vínculos com a sociedade. Na Faculdade de Tecnologia, visamos, através do desenvolvimento de trabalhos de extensão, conduzir o conhecimento acadêmico ao encontro dos anseios da comunidade, promovendo assim uma positiva troca de informações e produção de novos conhecimentos.

Na FT os projetos, programas, cursos e eventos de extensão promovem relações interdisciplinares e interprofissionais entre os participantes e a sociedade. Essas ações englobam cursos, oficinas, workshops, laboratórios e treinamentos. Além destes, há Programas de Iniciação Científica e os Projetos de Ação Continuada.

Saiba mais sobre as atividades de extensão promovidas pela UnB:

 

Pós-Graduação

A Pós-Graduação na FT engloba programas de mestrado e doutorado acadêmico, além de cursos de especialização e de mestrado profissional. Conheça abaixo as áreas de concentração e as linhas de pesquisa oferecidas pela Faculdade de Tecnologia.

Pós-Graduação Stricto Sensu - Mestrado Acadêmico e Doutorado:

  1. Ciências Florestais (PG-EFL)
  2. Ciências Mecânicas (PCMEC)
  3. Engenharia Elétrica (PPGEE)
  4. Estruturas e Construção Civil (PECC)
  5. Engenharia de Sistemas Eletrônicos e de Automação (PGEA) - Em processo de unificação com o PPGEE
  6. Geotecnia (PPG)
  7. Integridade de Materiais da Engenharia (PPG-Integridade)
  8. Sistemas Mecatrônicos (PPMEC)
  9. Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos (PTARH)
  10. Transportes (PPGT)

 

 Pós-Graduação Stricto Sensu - Mestrado Profissional:

 

Pós-Graduação Lato Sensu - Especialização:

 

 

Mestrado Acadêmico e Doutorado Áreas de Concentração Linhas de Pesquisa

Ciências Florestais (PG-EFL)

Site: www.pgefl.unb.br

1. Conservação da Natureza
  • Conservação da Vida e Ambientes Silvestres
  • Manejo e Conservação do Solo, da Água e de Bacias Hidrográficas
  • Recuperação de Ambientes Florestais Degradados
2. Manejo Florestal
  • Economia Florestal
  • Estrutura e Dinâmica de Ecossistemas
  • Formação e Condução de Povoamentos Florestais
  • Manejo Da Produção Florestal
3. Tecnologia e Utilização Produtos de Florestais
  • Tecnologia e Utilização Produtos de Florestais

Ciências Mecânicas (PCMEC)

Site: www.pcmec.unb.br

1. Ciências Mecânicas
  • Dinâmica de Sistemas Mecânicos
  • Energia e Ambiente
  • Materiais
  • Mecânica dos Fluídos de Escoamentos Complexos
  • Mecânica dos Materiais

Engenharia Elétrica (PPGEE)

Site: www.ppgee.unb.br

1. Sistemas de Potência
  • Planejamento Em Sistemas Elétricos de Potência
  • Proteção de Sistemas Elétricos
  • Qualidade da Energia Elétrica
2. Telecomunicações e Redes de Comunicação
  • Aplicações Distribuídas
  • Comunicações Sem Fio
  • Eletromagnetismo Aplicado
  • Processamento de Sinais
  • Segurança da Informação
  • Tecnologias da Informação

Engenharia de Sistemas Eletrônicos e de Automação (PGEA) - (Em processo de unificação com o PPGEE)

Site: www.ppgee.unb.br

1. Controle e Automação
  • Controle, Identificação e Filtragem
2. Engenharia Biomédica
  • Engenharia Biomédica
3. Microeletrônica
  • Microeletrônica
4. Processamento de Sinais
  • Processamento de Áudio, Imagem e Vídeo

Estruturas e Construção Civil (PECC)

Site: www.peccft.unb.br

1. Construção Civil
  • Desempenho, Vida Útil, Degradação e Patologia no Ambiente Construído
  • Gestão e Sustentabilidade na Construção Civil
  • Tecnologia, Processos, Componentes e Materiais de Construção
2. Estruturas
  • Análise Experimental de Estruturas
  • Dinâmica e Fluido-Estrutura
  • Fundamentos do Projeto de Estruturas Metálicas e de Concreto
  • Identificação de Sistemas e Controle Estrutural
  • Métodos Numéricos e Computacionais Aplicados à Engenharia (Estruturas)

Geotecnia (PPG)

Site: www.geotecnia.unb.br

1.Geotecnia
  • Fundações e Escavações
  • Geotecnia Ambiental e Cartografia Geotécnica
  • Mecânica das Rochas e Geotecnia Aplicada à Mineração
  • Mecânica dos Solos e Geotecnia de Solos Tropicais
  • Melhoria dos Solos e Geossintéticos
  • Métodos Numéricos em Geotecnia
  • Obras Subterrâneas, de Terra e Enrocamento
  • Pavimentação

Integridade de Materiais da Engenharia (PPG-Integridade)

Site: pgintegridade.unb.br

1- Mecânica Computacional
  • Simulação Numérica do Comportamento Mecânico de Materiais
  • Interação Fluido-Estrutura
2- Integridade Estrutural e Materiais
  • Dinâmica e Vibrações
  • Fadiga
  • Materiais Estruturais
  • Biomateriais
 

Sistemas Mecatrônicos (PPMEC)

Site: ppmec.unb.br

1. Sistemas Mecatrônicos
  • Automação, Controle e Instrumentação
  • Engenharia de Produtos Mecatrônicos
  • Materiais Inteligentes e Materiais Funcionais
  • Sistemas Embarcados e Sistemas Inteligentes
  • Sistemas Robóticos

Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos (PTARH)

Site: ptarh.unb.br

1. Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos
  • Gestão Ambiental e de Recursos Hídricos
  • Hidrologia Superficial e Subterrânea
  • Métodos e Modelos para Análise Ambiental e de Recursos Hídricos
  • Saneamento Ambiental

Transportes (PPGT)

Site: transportes.unb.br

1. Logística e Gestão de Transportes

 

  • Estrutura Organizacional, Institucional e Financiamento dos Transportes
  • Produção de Transporte

2. Planejamento

  • Estudos Aplicados de Planejamento de Transportes
  • Modelos de Planejamento de Transportes
3. Operação
  • Circulação e Segurança Viária

Curso de Especialização em Compliance e Governança

 

CONTEXTO

Uma universidade transformadora, com a missão de produzir, integrar e divulgar conhecimento, formando cidadãos comprometidos com a ética, a responsabilidade social e o desenvolvimento sustentável. Esta é a Universidade de Brasília, cuja trajetória se entrelaça com a história da capital do país. Resultado do sonho e do trabalho de educadores como Darcy Ribeiro e Anísio Teixeira, a UnB é, desde 1962, ano de sua criação, uma das principais referências acadêmicas nacionais. A diversidade cultural presente em seus quatro campi é uma de suas características mais marcantes. A pluralidade, aliada à busca constante por soluções inovadoras, impulsiona a produção científica e o cotidiano da instituição. A UnB segue atuante em todas as áreas do conhecimento, aberta às principais demandas do Brasil e do mundo. Com o olhar voltado para o futuro e a estima pelo caminho já trilhado, a Universidade se consolida como um organismo indispensável para o desenvolvimento de uma sociedade mais íntegra e democrática.

 

A estrutura da Universidade de Brasília inclui 400 laboratórios, hospital universitário, dois hospitais veterinários, uma biblioteca central, editora, centro de informática e uma emissora de TV. Além disso, a UnB conta com a Fazenda Água Limpa, que abrange uma área de cerca de quatro mil hectares. Atualmente, a Universidade atende cerca de 40 mil estudantes de graduação e pós-graduação, distribuídos por seus quatro campi: Plano Piloto, Planaltina, Ceilândia e Gama.

 


O CURSO

O curso pretende ampliar o conhecimento de profissionais acerca dos programas de Compliance, também conhecidos como de conformidade, de cumprimento e de integridade. São cada vez mais relevantes a prevenção de riscos nas instituições pelo descumprimento de obrigações legais ou regulatórias e o estabelecimento de padrões de condutas a fim de evitar ilícitos. O conteúdo está distribuído em três Eixos: abordagem inicial sobre Compliance, interface entre Compliance e legalidade no âmbito Jurídico e aplicação do Compliance no fortalecimento de Governança. A Governança é um tema multifacetado, principalmente pela natureza e pela extensão da responsabilidade de cada indivíduo na organização. Neste contexto, ela corresponde aos processos, costumes, políticas, leis e instrumentos que são usados para melhorar a administração de uma organização. Tem por objetivo garantir e/ou recuperar a confiabilidade de uma instituição, criando um conjunto eficiente de mecanismos de incentivos e de monitoramento para assegurar que o comportamento dos seus membros esteja sempre alinhado com os interesses da sociedade. Com a Lei das Estatais e o Código da Micro e Pequena Empresa, esses instrumentos de garantia e confiabilidade tendem a ser adotados em maior escala pelas instituições, de maneira geral. O curso será pautado pela efetiva interação dos alunos das esferas públicas e privadas e pelos desafios que enfrentam, que acabam apresentando elementos em comum. Haverá a exposição de estudos de caso, com representantes de corporações públicas e privadas, de forma a complementar a formação teórica pretendida pelo curso com exemplos cotidianos. Portanto, os participantes, após a conclusão do curso, terão plenas condições e conhecimentos específicos que os habilitarão a usar ou criar procedimentos para alinhar interesses dos governos, das empresas e principalmente da sociedade. Com este desafio, a Universidade de Brasília foi buscar no governo e no mercado profissionais de destaque para oferecer a comunidade um curso que seja referência nacional nestes temas.


CONTEÚDO

Eixo I - Compliance

Fundamentos do Compliance, Compliance Anticorrupção, Programas de Compliance (Digital), Compliance Contratual e Concorrencial, Compliance e Prevenção à Lavagem de dinheiro

Eixo II - Jurídico

Ética e Direito, Responsabilidade Civil, Direito Penal Econômico, Análise Econômica do Direito, Responsabilidade Administrativa e Órgãos de Controle

Eixo III - Governança

Compliance como Instrumento de Governança das Organizações e Eficiência Organizacional, Gestão de Riscos – Mecanismos de Prevenção e Detecção, Auditoria Baseada em Riscos – Mecanismos de Prevenção e Detecção, Gerenciamento de Crises, Técnicas para Análise e Tomada de Decisão, Métodos e Técnicas de Pesquisa.

 


 

 

ESTRUTURA CURRICULAR 

FUNDAMENTOS DO COMPLIANCE

Docente: Vania Lucia Ribeiro Vieira

Ementa: Definição e apresentação de alguns pilares do compliance – suporte da alta administração, código de conduta, controles internos e treinamento e comunicação. A presente disciplina pretende introduzir os alunos no estudo do compliance e suas possíveis contribuições para a compreensão do fenômeno jurídico e da formação de uma cultura ética empresarial. Neste módulo, serão destacados alguns dos pilares da construção de um bom programa de compliance, no que diz respeito à iniciativa, ao suporte inicial, à primeira formalização do programa e a difusão da necessidade de um programa de compliance na instituição.

 

FUNDAMENTOS DE COMPLIANCE ANTICORRUPÇÃO

Docente: Jorge Hage Sobrinho

Ementa: Dar continuidade aos pilares do Compliance com foco na anticorrupção, avaliação de riscos, investigações internas, due diligence e monitoramento e auditoria. A presente disciplina abordará conceitos-chave para entender a estrutura mínima de um bom programa de Compliance, com base nos conceitos de avaliação de riscos para implantação do programa, divulgação para terceiros, fortalecimento de parcerias e reforço de condutas ilibadas e mensuração da qualidade e da solidez de um programa de Compliance.

 

PROGRAMAS DE COMPLIANCE (DIGITAL)

Docente: Ana Claudia Farranha Santana

Ementa: O objetivo do curso é proporcionar ao aluno uma compreensão introdutória dos principais aspectos intrínsecos à área de Compliance Digital, tais como: noções gerais; Teoria e prática do Compliance.

 

COMPLIANCE CONTRATUAL E CONCORRENCIAL

Docente: Vania Lucia Ribeiro Vieira

Ementa: O objetivo do curso é proporcionar ao aluno uma compreensão introdutória dos principais aspectos intrínsecos à área de Compliance Contratual, tais como: noções gerais de Compliance Contratual; Teoria e prática dos Contratos e Cláusulas de Compliance.

 

PREVENÇÃO À LAVAGEM DE DINHEIRO

Docente: Vladimir Barros Aras

Ementa: Introduzir conceitos econômicos básicos para facilitar o entendimento de quem julga esse tipo de crime e como esses agentes pensam. Noções de homo economicus, pensamento marginal, vantagem comparativa, oferta e demanda e criação de dinheiro no mercado financeiro (intermediários financeiros) precisam aparecer aqui para a pessoa entender globalização e necessidade de fiscalização desse tipo de mercado.

 

ÉTICA E A DIMENSÃO HUMANA DO RISCO

Docente: Janaina Lima Penalva da Silva

Ementa: A disciplina pretende introduzir os alunos no estudo da Ética e suas possíveis contribuições para a compreensão do fenômeno jurídico e da formação de uma cultura ética empresarial.

 

RESPONSABILIDADE CIVIL

Docente: Othon de Azevedo Lopes

Ementa: Na presente disciplina, objetiva-se em um primeiro momento introduzir o aluno nos conceitos básicos de Responsabilidade, tais como: histórico, surgimento, princípios básicos, Responsabilidade Civil Subjetiva e Objetiva, Responsabilidade Civil na Lei Anticorrupção. Esses conhecimentos definem o arcabouço introdutório necessário para a reflexão a ser realizada em um segundo momento sobre as consequências para os programas de Compliance de cada modelo de responsabilidade.

 

DIREITO PENAL ECONÔMICO E DIREITO ADMINISTRATIVO SANCIONADOR

Docente: Amanda Flávio de Oliveira

Ementa: O objetivo do curso é proporcionar ao aluno uma compreensão introdutória dos principais aspectos intrínsecos do processo penal e processo administrativo, tais como: Princípios do Processo Penal e do Processo Administrativo; Fases do Processo Penal e do Processo Administrativo e Processo Administrativo na Lei Anticorrupção.

 

ANÁLISE ECONÔMICA DO DIREITO

Docente: Jorge Hage Sobrinho

Ementa: A disciplina pretende introduzir ao aluno no estudo da Análise Econômica do Direito (AED) e suas possíveis contribuições para a compreensão do fenômeno jurídico.

 

RESPONSABILIDADE ADMINISTRATIVA E ÓRGÃOS DE CONTROLE

Docente: Mamede Said Maia Filho

Ementa: Na disciplina, objetiva-se em um primeiro momento introduzir o aluno nos conceitos básicos de Responsabilidade, tais como: histórico, surgimento, princípios básicos, Responsabilidade Civil Subjetiva e Objetiva, Responsabilidade Civil na Lei Anticorrupção. Esses conhecimentos definem o arcabouço introdutório necessário para a reflexão a ser realizada em um segundo momento sobre as consequências para os programas de Compliance de cada modelo de responsabilidade estudado. A ação regulatória do Estado pode ser apreciada como um complexo de técnicas administrativas de intervenção sobre a economia. Assim, na definição do conteúdo da regulação, a Administração pode e deve eleger distintas técnicas para a produção de efeitos sobre a economia. Com isso, cada uma dessas técnicas possui a sua lógica própria, e está relacionada ao tipo de estrutura ou de relação econômica a ser regulada, bem como aos objetivos da regulação, considerando os efeitos desejados (política industrial, correção de falhas de mercado, estímulo ao desenvolvimento regional, estímulo à concorrência, entre outros)

 

COMPLIANCE COMO INSTRUMENTO DE GOVERNANÇA DAS ORGANIZAÇÕES E EFICIÊNCIA ORGANIZACIONAL

Docente: Alexandre Maduro de Abreu

Ementa: Na presente disciplina, objetiva-se em um primeiro momento introduzir o aluno nos conceitos básicos de Governança Corporativa, tais como: histórico, surgimento, princípios da teoria da agência e dos Stakeholders, modelo de governança corporativa brasileiro, e diferenças entre os sistemas internacionais, ambiente regulatório e Códigos de Governança Corporativa no Brasil e no mundo.

 

MECANISMOS DE PREVENÇÃO E DETECÇÃO - I

Docente: Edgard Costa de Oliveira

Ementa: Nesta disciplina, pretende-se desenvolver a capacidade nos alunos de entender o contexto em que se dá ou se dará a gestão de riscos e Compliance ou respectivas atividades do processo desta gestão na organização.

 

MECANISMOS DE PREVENÇÃO E DETECÇÃO - II

Docente: João Gabriel de Morais Souza

Ementa: Esta disciplina, em sequência com MPD I e TAD I visa apresentar noções elementares de Inteligência Artificial e Machine Learning, tal como sua aplicabilidade computacional no âmbito das práticas de Compliance e gestão de riscos.

 

GERENCIAMENTO DE CRISES

Docente: Aurelio Maduro de Abreu

Ementa: Após apresentar o arcabouço teórico para a compreensão da estrutura de um programa de Compliance e entender o papel de alguns órgãos no controle e na aplicação de sanções, identificando os riscos inerentes, o aluno será levado a lidar com contextos complexos. Aqui serão apresentados alguns conceitos para entendimento do que configura uma crise e situações para reflexão e discussão sobre como gerenciar uma crise, tendo por base os novos modelos de gestão repensados, o papel da Governança e uma gerência melhor de riscos.

 

TÉCNICAS PARA ANÁLISE E TOMADA DE DECISÃO

Docente: João Carlos Felix Souza

Ementa: O processo de tomada de decisão, inicialmente, passa pela fase de análise do problema, que normalmente tem impacto negativo no desempenho desejado. Depois, através de análises causa-efeito, é possível identificar e visualizar claramente os fatores que causam os problemas. A criteriosa análise dos dados contribui para boa resolução e mitigação dos riscos, bem como na correta conformidade e uso das informações.

 

MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA

Docente: Carolina de Moraes Souza

Ementa: Planejamento execução do trabalho de conclusão de curso. Procedimentos éticos e metodológicos do projeto de pesquisa. 


COORDENAÇÃO

Mamede Said Maia Filho

Possui graduação em Direito, mestrado e doutorado em
Direito, Estado e Constituição pela Universidade de
Brasília (UnB), e pós-doutorado em Desigualdades
Globais e Justiça Social pelo Colégio Latino-Americano
de Estudos Mundiais, programa da Faculdade Latino-
Americana de Ciências Sociais (FLACSO/Brasil). É
professor associado da Faculdade de Direito da UnB
desde 2004, atuando tanto na Graduação quanto no
Programa de Pós-Graduação. Foi coordenador do
Núcleo de Prática Jurídica da Faculdade, vice-diretor
(2013-2016) e diretor (2016-2020) da unidade. Tem
experiência na área de Direito Público, com ênfase em
Direito Constitucional e Direito Administrativo.

 

Edgard Costa Oliveira

Professor Associado da Universidade de Brasília, do
Departamento de Engenharia de Produção da Faculdade
de Tecnologia (EPR/FT/UnB), desde 2017. É Doutor e
Mestre em Ciência da Informação pela UnB/FCI (2006 e
2001). Realizou Doutorado Sanduíche na Holanda, na
Vrije Universiteit Amsterdam, no Departamento de
Ciência da Computação (2004-2005). Professor e
Membro do Programa de Pós-Graduação em
Computação Aplicada (PPCA/CIC/UnB) desde 2012.
Possui graduação em Letras, com habilitação em Inglês-
Português, pelo CEUB (1995). Atua como pesquisador e
professor em disciplinas de graduação e pós-graduação
nas áreas de Sistemas de Informação, Gerenciamento
de Projetos, Web Semântica e Ontologias, Projeto
Integrador de Engenharias, Introdução à Engenharia,
Governança e Gestão de Riscos, Normas e Padrões de
Segurança da Informação, Humanidades e Cidadania
para Engenharias.


PROFESSORES

Jorge Hage Sobrinho

Mestre em Administração Pública pela University of
Southern California e Mestre em Direito pela
Universidade de Brasília. Foi Ministro de Estado Chefe
da Controladoria-Geral da União (CGU), Juiz de Direito
no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios
(TJDFT), e Deputado Constituinte pela Bahia.
Atualmente, é conferencista, advogado, parecerista,
consultor e sócio fundador da Hage & Navarro
Sociedade de Advogados. Também leciona no Mestrado
Profissional em Administração Pública do Instituto
Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP)
e na Escola Superior do Ministério Público do Distrito
Federal.

 

Vladimir Barros Aras

O professor Vladimir Aras é doutor em Direito pelo
Centro Universitário de Brasília (2023), com a tese O
Dever de Requerer Cooperação Internacional. É mestre
em Direito Público pela Universidade Federal de
Pernambuco (2003), com dissertação sobre a
Convenção de Budapeste sobre Cibercriminalidade, e
graduado em Direito pela Universidade Católica do
Salvador (1992).
Possui MBA em Gestão Pública pela Fundação Getúlio Vargas (2016) e integra o
Grupo de Combate aos Cibercrimes do Ministério Público Federal (MPF).
Tem ampla experiência nas áreas de Direito Penal, Processo Penal, Direitos
Humanos e Direito Internacional, com atuação destacada em temas como crime
organizado, lavagem de dinheiro, improbidade administrativa, anticorrupção,
compliance, proteção de dados, investigação criminal, técnicas especiais de
investigação, cooperação internacional, recuperação de ativos, tráfico de
pessoas, terrorismo, direitos humanos e tribunal do júri.
É autor e coautor de livros, artigos jurídicos e capítulos de livros, além de editor
de um blog especializado em ciências penais, direito internacional e direitos
humanos. Também é palestrante em diversos seminários e congressos no Brasil
e no exterior.

 

Alexandre Maduro Abreu

Professor Associado do Departamento de Administração
e Diretor do Centro de Pesquisa em Gestão, Inovação e
Sustentabilidade (CPGIS) da Universidade de Brasília
(UnB). Graduado em Administração de Empresas,
especialista em Gestão e Marketing do Turismo
(CET/UnB), mestre e doutor em Desenvolvimento
Sustentável (CDS/UnB). Participou da criação e ocupa o
cargo de editor-chefe da Revista em Gestão, Inovação e
Sustentabilidade (ReGIS).
Realiza pesquisas nas áreas de Gestão por
Performance, Consumo, Desenvolvimento Sustentável e
Rural, e Gestão e Planejamento Local.

 

Ana Claudia Farranha Santana

Possui graduação em Direito pela Universidade Federal
do Espírito Santo (1991), mestrado em Ciência Política
pela Universidade Estadual de Campinas (1999) e
doutorado em Ciências Sociais pela mesma instituição
(2006). É professora associada III da Faculdade de
Direito da Universidade de Brasília (FD/UnB), onde
desenvolve atividades nas áreas de Direito e Gestão
Pública. É professora do Programa de Pós-Graduação
em Direito da Universidade de Brasília (PPGD/UnB) e
pesquisadora do Centro de Estudos Avançados de
Governo e Administração Pública (CEAG). Possui
experiência nas áreas de Ciência Política e Direito, com
ênfase nos seguintes temas: Estado, Marco Regulatório
e Políticas Públicas; Equidade e Estudos de Participação;
e Política, Direito e Internet.

 

Aurelio Maduro de Abreu

Mestre em Comunicação Política e Governança pela
George Washington University (EUA, 2017) e graduado
em Ciência Política pela Universidade de Brasília.
Executivo com mais de quinze anos de experiência em
Assuntos Corporativos em empresas nacionais e
multinacionais, como IBM, Odebrecht, Telefônica e
Votorantim, além de atuação em entidades de classe,
como a CLIA/Abremar. Possui experiência na
formulação de políticas públicas, relacionamento com
stakeholders e identificação de oportunidades internas e
externas. Tem experiência no acompanhamento de
projetos e ações em andamento nos níveis federal,
estadual e municipal, incluindo no Governo Federal e no
Congresso Nacional. Sua trajetória inclui forte atuação
em áreas como Relações Governamentais, Regulação,
Compliance, Governança, Comunicação Estratégica,
Gerenciamento de Crises, Planejamento Estratégico, e
gestão de imagem e reputação.

 

Carolina de Moraes Souza

É doutora em História Contemporânea pela Universidade
de Coimbra, Portugal. Possui graduação em
Comunicação Social - Jornalismo pelo Instituto de
Educação Superior de Brasília (IESB), e em História pela
Universidade de Brasília (UnB). É mestre em
Comunicação e Jornalismo pela Universidade de
Coimbra. Possui experiência nas áreas de pesquisa,
gestão de projetos científicos, educação superior e
comunicação científica. Foi bolsista de investigação no
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), em um
projeto da ERN (União Europeia, Horizon 2020), no
Museu de História Natural e da Ciência da Universidade
de Lisboa, e no DCDN (UnB e Exército Brasileiro), onde
atuou como coordenadora e analista de Comunicação
de Ciência, além de pesquisadora. Atualmente, é
professora no Instituto de Educação Superior de Brasília
(IESB).

 

Janaína Lima Penalva da Silva

Professora Adjunta da Faculdade de Direito da
Universidade de Brasília (UnB). É pós-graduada em
Direito e Bioética pela Universidade de Barcelona,
Espanha. Foi bolsista do Programa de Mobilidade de
Professores da Fundação Carolina, na Universidade de
Granada, Espanha (2014/2015).
Foi Diretora Executiva do Departamento de Pesquisas
Judiciárias do Conselho Nacional de Justiça (2012-2014)
e Secretária Executiva do Centro de Estudos Judiciários
do Conselho da Justiça Federal (2010-2012).
É membro da Coordenação do Centro de Estudos em
Desigualdade e Discriminação da Universidade de
Brasília - UnB e também integra o Fórum Nacional da
Saúde/CNJ.

 

João Carlos Felix Souza

Possui graduação e mestrado em Estatística e Métodos
Quantitativos pela Universidade de Brasília (UnB), Pós-Graduação
e Especialização em Tecnologia da
Informação pela Faculdade Católica de Tecnologia de
Brasília, doutorado em Economia pela UnB e Pós-
Doutorado na Faculdade de Economia da Universidade
de Coimbra (FEUC), Portugal.
Foi chefe de departamento e, atualmente, é professor
associado no Departamento de Engenharia de Produção
da Faculdade de Tecnologia da Universidade de Brasília.
Possui experiência profissional como analista na
avaliação de desempenho, eficiência e modelagem em
Gestão de Risco em instituições financeiras.

 

João Gabriel de Moraes Souza

Possui graduação em Ciências Econômicas pela
Universidade de Brasília (2010), pós-graduação em
Controladoria e Finanças pelo IBMEC/DF (2013),
mestrado em Finanças e Métodos Quantitativos (2016) e
doutorado em Finanças e Métodos Quantitativos (2020)
pelo PPGA/UnB. Foi pesquisador bolsista do Instituto de
Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) de 2014 a 2021.
Atuou como professor substituto no Departamento de
Administração da Universidade de Brasília (UnB) entre
2020 e 2022. Foi professor visitante no Programa de
Pós-Graduação em Computação Aplicada da UnB e
professor convidado da Faculdade Presbiteriana
Mackenzie (2019).

 

Vania Lucia Ribeiro Vieira

Doutora em Direito pela Universidade de Brasília (UnB),
com pesquisa na área de regulação e compliance
anticorrupção. Mestre em Direito Administrativo pela
UFMG e especialista em Compliance pelo Instituto de
Direito Penal Econômico e Europeu (IDPEE) da
Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, em
parceria com o Instituto de Ciências Criminais
(IBCCRIM). É também bacharel em Direito pela UFMG e
em Administração Pública pela Escola de Governo da
Fundação João Pinheiro de Minas Gerais (FJP).
Atualmente, é professora do MBA em Compliance e
Governança da UnB, do LLM em Controle e Combate à
Corrupção do IDP, da pós-graduação em Direito
Administrativo do IDP e do Master em Compliance do
IBMEC. Foi secretária de Estado da Controladoria-Geral
do Distrito Federal e diretora de Prevenção à Corrupção
da Controladoria-Geral da União (CGU). Também atuou
como consultora jurídica do Ministério do Planejamento,
Orçamento e Gestão.

 

Othon de Azevedo Lopes

Doutor em Filosofia do Direito e do Estado pela Pontifícia
Universidade Católica de São Paulo - PUC-SP (2011) e
mestre em Direito pela Universidade de Brasília (2003).
Atualmente é professor, aprovado em concurso para a
área de Direito Econômico, Financeiro e Tributário na
Faculdade de Direito da Universidade de Brasília.
Advogado inscrito na OAB desde 1996. Tem experiência
e atuação acadêmica nas áreas de Teoria, História e
Filosofia do Direito, Direito Civil, Direito Econômico,
Direito Tributário e Direito Financeiro.

 

Amanda Flávio de Oliveira

Professora associada de Direito na Universidade de
Brasília - UNB, desde 2019. Foi professora decana de
Direito Econômico dos cursos de graduação, mestrado e
doutorado da Universidade Federal de Minas Gerais
(2004-2019). Doutora, Mestre e especialista em Direito
Econômico pela UFMG, com formação complementar em
Louvain-la-Neuve. Advogada militante e parecerista,
sócia fundadora da Advocacia Amanda Flávio de
Oliveira. Consultora contratada pela Organização das
Nações Unidas como expert em Economia Criativa e
Política Concorrencial. Membro do Conselho de
Desenvolvimento Econômico e Social do Estado de
Minas Gerais. Ocupa a cadeira n. 20 da Academia
Brasiliense de Direito. Membro fundador do Instituto
Livre Mercado. Membro da Comissão de
Competitividade do Conselho Federal da OAB. Vice-
Presidente da Comissão de Análise Econômica do
Direito da OABDF. Membro da Comissão de Direito da
Concorrência da OABMG. Membro da Associação
Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica.


INVESTIMENTO 

 

O(a) candidato(a) aprovado(a) no processo seletivo será automaticamente matriculado pela secretaria do curso no site da Finatec e deverá efetuar o pagamento da primeira mensalidade, no valor de R$ 675,00 (seiscentos e setenta e cinco reais).

16 x 675,00 R$ 10.800,00

Início do curso: Fevereiro de 2026

As questões administrativas relacionadas ao curso são gerenciadas pela FINATEC.

 

Cursos de Graduação

Os cursos de Engenharia da Faculdade de Tecnologia da UnB visam à formação de profissionais com sólido conhecimento teórico e prático. Dentre as aptidões adquiridas, destacam-se a capacidade de elaborar, executar e analisar projetos técnicos e científicos; o acompanhamento das evoluções tecnológicas da engenharia; e o desenvolver pesquisas utilizando novas tecnologias.

Atualmente, no Campus Universitário Darcy Ribeiro, a FT oferece 10 diferentes formações profissionais de graduação em engenharia:

 


Graduação em Engenharia Ambiental

O Engenheiro Ambiental é um profissional com saberes que envolvem o meio ambiente, conhecimentos das ciências exatas e estendem-se à tecnologia para contribuir para a preservação e controle ambiental e melhoria da qualidade de vida. São responsáveis pela concepção, projeto e operação de instalações e sistemas de saneamento e de controle ambiental (água, solo e ar).

Perfil

O estudante que quiser seguir a carreira deve, ao mesmo tempo, ter afinidade pelas ciências básicas (matemática, física, química e biologia); criatividade e curiosidade científica e tecnológica; e mente aberta para o conhecimento associado às ciências humanas, fundamentais para o exercício do diálogo com a sociedade e com os demais profissionais que atuam na temática ambiental. Deve ser capaz de associar o pragmatismo do engenheiro com o idealismo do ambientalista.

Mercado de Trabalho

Face à crescente preocupação da sociedade com a questão ambiental, a evolução da legislação ambiental e a busca do desenvolvimento sustentável, o mercado de trabalho para o engenheiro ambiental é crescente e promissor. O engenheiro ambiental pode atuar tanto no setor público federal, estadual e municipal como no setor privado, além da atuação em ONGs.

O curso na UnB

Como os demais cursos de engenharia da UnB, o curso de Engenharia Ambiental tem como fundamentos a forte base em física e matemática e os conceitos básicos de engenharia, sem perder de perspectiva a formação humanística. O curso alia a formação tecnológica e a gestão ambiental por meio de disciplinas profissionalizantes distribuídas em quatro grandes áreas: geotecnia ambiental; recursos hídricos; saneamento ambiental;
planejamento e gestão ambiental. A estrutura curricular permite que, a partir da formação generalista provida pelas disciplinas obrigatórias, o estudante se aprofunde, por meio das disciplinas optativas, em uma área de interesse. Para complementar sua formação o aluno poderá se envolver em atividades extracurriculares de ensino, pesquisa e extensão.

Infraestrutura

O Departamento de Engenharia Civil e Ambiental, responsável pelo curso, dispõe de oito (08) laboratórios que servem aos seus cursos de graduação e pósgraduação. No curso de engenharia ambiental os laboratórios mais utilizados em aulas experimentais, em trabalhos de campo, em trabalhos de pesquisa e em trabalhos de conclusão de curso são: Laboratório de Hidráulica, Laboratório de Geotecnia, Laboratório de Monitoramento e Controle Ambiental (em fase de implantação). Esse último incorpora as seguintes subdivisões: Microbiologia Aplicada à Engenharia Ambiental; Análise e Tratamento de Águas; Caracterização e Tratamento de Resíduos; Qualidade do Ar; Hidrologia e Amostragem em Campo; e Geoprocessamento, Modelagem e Simulação de Sistemas Ambientais.

Saiba Mais

  • Habilitação: Bacharelado
  • Unidade Acadêmica: Departamento de Engenharia Civil e Ambiental - FT/ENC
  • Turno: Diurno
  • Vagas por semestre: 40
  • Site: www.enc.unb.br

 


Graduação em Engenharia Civil

O Engenheiro Civil é responsável por planejar, gerenciar, supervisionar e fiscalizar atividades de construção. Mas engana-se quem pensa que o trabalho está restrito às obras de edificações. Esse profissional também participa da criação de sistemas de transporte, canais de escoamento e distribuição de água, realiza levantamentos das condições de solo e rochas, estuda o impacto ambiental e promove ações de preservação do meio ambiente, entre outras atividades.

Perfil

Por se tratar de uma engenharia, os primeiros semestres têm disciplinas que aprofundam a Matemática e a Física. Porém, como o campo de atuação é variado, o aluno passa por disciplinas relacionadas à Química, à Biologia e, até mesmo, às Ciências Humanas.

Mercado de Trabalho

Em geral, os engenheiros recém-formados são bem aceitos no mercado. No setor público, há vagas em órgãos como a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), a Companhia Energética de Brasília (CEB), a Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), a Imobiliária de Brasília (Terracap) e o Departamento de Trânsito (Detran). Na iniciativa privada, o profissional pode trabalhar em construtoras de habitações, rodovias, barragens, fundações ou em empresas de consultoria que prestam serviços de inspeção, reforço e laudos técnicos no ramo da construção civil.

O curso na UnB

A graduação oferece aos alunos uma base teórica forte, com disciplinas em cinco áreas: estruturas e construção civil, geotecnia, recursos hídricos e meio ambiente, transportes e sistemas construtivos e materiais. A estrutura aberta do currículo permite que o estudante se especialize no ramo que mais o agradou. Outras oportunidades estão nas atividades extracurriculares, coordenadas por professores do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental. Assim, o aluno pode concorrer a bolsas do Programa de Iniciação Científica (PIC) ou participar do Programa de Educação Tutorial (PET).

Infraestrutura

As aulas práticas são realizadas em um dos oito laboratórios, que ficam na Faculdade de Tecnologia (FT) ou no prédio SG-12. Entre os espaços disponíveis, há os laboratórios de Geotecnia, de Estruturas e o de Materiais.

Saiba Mais

  • Habilitação: Bacharelado
  • Unidade Acadêmica: Departamento de Engenharia Civil e Ambiental - FT/ENC
  • Turno: Diurno
  • Vagas por semestre: 40
  • Site: www.enc.unb.br

 


Graduação em Engenharia de Computação

A informática avançou e a ciência computacional também. Para acompanhar essa evolução, surge um novo tipo de profissional: o engenheiro de Computação. É ele quem trabalha com as diversas facetas da informática, inclusive os aspectos de hardware e software no projeto e desenho de sistemas computacionais, redes e processos.

Perfil

Facilidade com as Ciências Exatas é fundamental para quem pretende seguir a carreira. Outra exigência é que o futuro profissional busque contante atualização. Ao final do curso, o estudante terá sólida formação técnico-científica e profissional que o capacita a absorver e desenvolver novas tecnologias.

Mercado de trabalho

A atuação profissional está situada na fronteira científica e tecnológica entre as engenharias Elétrica, Eletrônica e a Ciência da Computação. O profissional trabalha projetando e desenvolvendo sistemas e tecnologias para aquisição da informação, processamento, armazenamento, comunicação e controle. Atua, também, no desenvolvimento de programas e produtos de uso específico, como sistemas que utilizam tecnologia digital e de informática. Setores de telecomunicação e de desenvolvimento de software e hardware, bancos, empresas de comércio eletrônico e de consultoria tecnológica costumam ofertar vagas para formador nessa área.

O curso na UnB

O curso de Engenharia de Computação oferece uma base forte de formação teórica, que permite acompanhar as transformações tecnológicas da profissão. Outro pilar da graduação é o "saber fazer", ou seja, a incorporação do componente prático de operacionalização do conhecimento e da materialização de um projeto.
O currículo é hierarquizado com pré-requisitos e co-requisitos e é constituído por quatro elementos: núcleo de conteúdos de formação básica, núcleo de conteúdos profissionalizantes, núcleo de conteúdos de formação específica e núcleo de atividade de prática profissional. O estudantes cursam matérias básicas de engenharia e outras específicas, como Eletrônica, Linguagens de Programação, Circuitos Elétricos, Sistemas Digitais, Redes de Computadores e Banco de Dados. No último ano, o aluno faz um estágio supervisionado e pode cursar disciplinas eletivas que orientam a formação para uma área específica da profissão.
O projeto final de curso também é feito em duas matérias, quando o aluno aprofunda conhecimentos em técnicas de desenvolvimento de hardwares e/ou softwares para sistemas computacionais.

Infraestrutura

O curso possui laboratórios de Informática, Circuitos Elétricos, Sistemas Embarcados e Robótica.

Saiba mais

  • Habilitação: Bacharelado
  • Unidades Acadêmicas: Departamento de Ciência da Computação - IE/CIC; Departamento de Engenharia Elétrica - FT/ENE
  • Turno: Diurno
  • Vagas por semestre: 40
  • Site: www.cic.unb.br

 


Graduação em Engenharia Elétrica

Quase tudo na vida moderna depende da existência de máquinas. Seja para a comunicação, para a indústria ou para a saúde, a humanidade utiliza equipamentos que funcionam à base de eletricidade. Falando assim, dá para se ter uma ideia sobre a importância dos engenheiros eletricistas na atualidade. Além da capacidade técnica, esses profissionais precisam ser comunicativos e eficazes no gerenciamento de tarefas. O espírito de equipe também é fundamental, visto que os engenheiros trabalham em parceria com profissionais de outras áreas.

Perfil

Para se dar bem no curso, é importante ter afinidade com Física e Matemática. O interessado deve gostar também de resolver problemas e investir na solução encontrada. O trabalho do engenheiro não é imediatista e exige paciência, dedicação e organização.

Mercado de Trabalho

Em Brasília, há uma grande demanda de profissionais no setor público. Ministérios, Agências Reguladoras e até mesmo o Poder Legislativo necessitam de algúem pronto para atuar com equipamentos e projetos. Apesar de a área pública ser dominante, há espaço para os engenheiros eletricistas em atuarem no setor privado. Neste segmento, o trabalho se concentra em indústrias, prestação de serviços e elaboração de projetos de vendas.

O curso na UnB

A Engenharia Elétrica é um dos cursos com maior quantidade de aulas práticas na UnB. Cerca de metade das disciplinas vêm acompanhadas de atividades em laboratório. A graduação oferece uma formação generalista. Dessa forma, o estudante terá conhecimento sobre todas as áreas da profissão, o que lhe permite adaptar-se às diversas necessidades do mercado de trabalho. O estudo divide-se em quatro categorias: sistemas elétricos de potência, telecomunicações, controle e automação e eletrônica. Há, ainda, as matérias optativas, que dão ao estudante a oportunidade de especializar-se em diferentes áreas.

Infraestrutura

O curso conta com cerca de 14 laboratórios para o ensino. Há outras unidades exclusivas para a pesquisa, mas os interessados podem ter acesso ao participarem de projetos extracurriculares ou programas de iniciação científica. Vale ressaltar que há laboratórios de alto custo, com espaço para a realização de experimentos complexos.

Saiba Mais

  • Habilitação: Bacharelado
  • Unidade Acadêmica: Departamento de Engenharia Elétrica - FT/ENE
  • Turno: Diurno
  • Vagas por semestre: 40
  • Site: www.ene.unb.br

 


Graduação em Engenharia Florestal

Os engenheiros florestais são os profissionais que encontram um caminho seguro para a exploração dos recursos naturais. Esse profissional tem a capacidade de agir em um ambiente natural em todos os seus aspectos: biológico, físico, químico, econômico e social. O resultado é que a utilização da natureza se dá de forma sustentável e continuada, de modo a garantir a existência dos recursos para as gerações futuras.

Perfil

Assim como as outras engenharias, o curso aprofunda conhecimentos em Matemática e Física. Além disso, os alunos trabalham muito com a propriedade química das plantas. Aspectos como a Economia e o Direito Ambiental fazem parte do currículo. Os interessados na graduação também precisam ter a mente aberta, engenhosa e criativa.

Mercado de Trabalho

Antigamente, a atuação dos engenheiros florestais estava restrita às empresas privadas que produzem móveis, celulose e carvão vegetal, por exemplo. Porém, nos últimos anos, tem crescido o número de vagas no nicho de conservação e recuperação de áreas degradadas. Outro setor que ganha cada vez mais destaque é o de manejo de bacias hidrográficas e a educação ambiental. Os engenheiros florestais elaboram relatórios e realizam estudos de impacto ambiental e também em secretarias de governo, institutos ambientais e centros de pesquisa.

O curso na UnB

Na primeira parte da graduação, os alunos têm contato com disciplinas básicas da área, como Biologia Geral, Ecologia, Matemática e Meteorologia. Depois, passam a ter aulas de Fisiologia, Silvicultura (que analisa a formação das florestas), análise dos recursos naturais e conservação e proteção. Ao final do curso, os estudantes aprendem o manejo e têm um resumo de todas as matérias cursadas ao longo dos períodos.

Infraestrutura

A UnB oferece três unidades para o ensino da Engenharia Florestal no campus da Asa Norte: os laboratórios de Sementes, de Fauna e de Tecnologia da Madeira. Além disso, os alunos têm à disposição a Fazenda Água Limpa (FAL), próxima ao núcleo rural Vargem Bonita. No local, há um viveiro florestal, uma usina de secagem e preservação e uma usina de energia da madeira. Algumas aulas práticas também ocorrem no Laboratório de Produtos Florestais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Saiba Mais

  • Habilitação: Bacharelado
  • Unidade Acadêmica: Departamento de Engenharia Florestal - FT/EFL
  • Turno: Diurno
  • Vagas por semestre: 50

 


Graduação em Engenharia Mecânica

Motores, turbinas, transformação de energia, combustão. Tudo o que se movimenta depende do trabalho de um engenheiro mecânico. E nem sempre a atuação concentra-se em fábricas de automóveis. O profissional está presente em diversos processos industriais, desde a produção até a garantia de segurança das instalações.

Perfil

Afinidade com Matemática e Física é um ponto favorável a quem deseja ingressar no curso. Porém, o mais importante é gostar de experimentar. O profissional da área precisa ser como uma criança curiosa, que gosta de montar e desmontar tudo para saber como as coisas funcionam.

Mercado de Trabalho

As opções de trabalho não ficam apenas no desenvolvimento das máquinas. O engenheiro mecânico pode supervisionar a operação dos equipamentos e até gerenciar o processo de produção. Outra alternativa é a venda especializada. Empresas que comercializam grandes aviões, por exemplo, realizam transações com a ajuda de engenheiros. Há espaço também no setor público, principalmente em órgãos voltados à Ciência e Tecnologia. Ressalta-se que o mercado exige constante renovação do profissional.

O curso na UnB

Ao longo dos semestres, o aluno aprenderá conteúdos que procuram reforçar quatro aspectos principais: a compreensão dos fundamentos da engenharia; a compreensão de projetos e processos de fabricação; a perspectiva multidisciplinar da profissão e a capacidade de comunicação, ou seja, de transmitir as ideias com precisão. Assim, a graduação transforma os estudantes em engenheiros plenos, preparados para trabalhar em qualquer atividade de empresas nacionais e internacionais.

Infraestrutura

Para garantir a formação dos alunos de Engenharia Mecânica, a UnB oferece 19 laboratórios de ensino. Entre essas unidades, destacam-se os laboratórios de Metrologia Dinâmica, Máquinas Térmicas e de Processos de Fabricação. Neles, os alunos pesquisam e também preparam projetos para competições universitárias que estimulam a criatividade. Uma delas é a Baja SAE Brasil, cujo objetivo é construir um carro de corrida que consiga ter o melhor desempenho entre todos de motores iguais. Os diferenciais ficam por conta de todo o resto do veículo – sistema de suspensão, freios, estrutura.

Saiba Mais

  • Habilitação: Bacharelado
  • Unidade Acadêmica: Departamento de Engenharia Mecânica - FT/ENM
  • Turno: Diurno
  • Vagas por semestre: 40
  • Site: www.enm.unb.br

 


Graduação em Engenharia Mecatrônica

Muita gente pensa que o engenheiro mecatrônico passa a vida criando robôs sem qualquer utilização prática imediata. Mas a presença desse profissional é muito mais importante do que se imagina. Da máquina fotográfica à indústria aeroespacial, boa parte das coisas que hoje são necessidade dependem de equipamentos, máquinas e sistemas mecatrônicos. O engenheiro da área é responsável por aliar conhecimentos em Mecânica, Eletrônica e Ciência da Computação de forma a desenvolver a melhor solução para as atividades humanas.

Perfil

Como em qualquer outra engenharia, o interessado na graduação precisa gostar de Matemática e Física. É importante também ter boa capacidade de abstração e facilidade para trabalhar em equipe. Por ser uma profissão que interliga outras disciplinas, a Engenharia Mecatrônica exige comunicabilidade e paciência.

Mercado de Trabalho

A atuação dos profissionais da área concentra-se basicamente na indústria de transformação. Isso inclui hidrelétricas, siderúrgicas, fábricas de medicamentos e automóveis, entre outras. Como tem formação interdisciplinar, o bacharel em Engenharia de Controle e Automação pode trabalhar também com desenvolvimento de softwares e automatização de projetos. O nicho deve expandir-se cada vez mais com o crescente uso de máquinas em substituição ao trabalho braçal.

O curso na UnB

O estudante passará por três fases durante a graduação. Nos primeiros períodos, aprofundará o conhecimento em Matemática e Física. Depois, entrará no tripé básico da Mecatrônica: o estudo das engenharias Elétrica e Mecânica e da Ciência da Computação. No final, o aluno tem matérias profissionalizantes, como Robótica e Controle para a Automação.

Infraestrutura

Estudantes da Engenharia Mecatrônica utilizam laboratórios dos três departamentos que fornecem disciplinas para o curso. No site do curso, é possível acessar a biblioteca virtual que contém todos os trabalhos de conclusão de curso apresentados na Engenharia Mecatrônica. Além disso, há um fórum de discussão administrado pelos próprios estudantes.

Saiba Mais

  • Habilitação: Bacharelado em Engenharia de Controle e Automação
  • Unidade Acadêmica: Departamento de Engenharia Mecânica - FT/ENM, Departamento de Engenharia Elétrica - FT/ENE, Departamento de Ciência da Computação - IE/CIC
  • Turno: Diurno
  • Vagas por semestre: 40
  • Site: www.mecatronica.unb.br

 


Graduação em Engenharia de Produção

Os engenheiros de Produção são aliados importantes da sociedade. Eles lidam com o projeto, a modelagem, a implantação, a operação, a manutenção e a melhoria de sistemas produtivos, integrando bens e serviços que envolvem recursos humanos, financeiros e materiais, tecnologia, informação e energia. É tarefa do engenheiro de Produção especificar, prever e avaliar sistemas produtivos com base nas interações com a sociedade e com o meio ambiente. O profissional da área atua nos diversos níveis das organizações, promovendo a utilização racional dos recursos e a gestão eficaz.

Perfil

Uma das características fundamentais do engenheiro de Produção é a capacidade de identificar, caracterizar e tratar adequadamente as formas de criação de valor associadas aos espaços econômico, político e cultural. O estudante que quiser seguir a carreira deve ser capaz de entender a produção e alocação de bens e serviços por agentes privados e públicos no plano econômico e político, nas esferas do Legislativo, Executivo e Judiciário, principalmente em Brasília, cidade que desponta no setor de serviços. O interessado desenvolverá capacidade de abordar os problemas do país e sua inserção no contexto mundial, incluindo o papel em instituições como o Mercosul, a Organização Mundial do Comércio, a Organização Internacional do Trabalho e a Unesco. Embora o foco maior do curso seja em serviços, a formação básica permitirá que o aluno atue também na fabricação de bens.

Mercado de trabalho

Além das indústrias, o mercado de trabalho para o engenheiro de Produção se amplia para uma série de setores que passaram a procurar os profissionais formados na área. São nichos com elevado dinamismo e taxas de crescimento acentuadas, como telecomunicações, informática e internet, que crescem inclusive quando a economia está estagnada.
A tendência para os próximos anos é de incentivo à criação de novas empresas com forte conteúdo tecnológico, em especial com enfoque na informática, nas comunicações e nas cadeias de suprimento. Engenheiros que partem para a realização de negócio próprio apresentam bons índices de sucesso, principalmente porque possuem formação gerencial (administração, gerência de recursos humanos, financeira), sólida base matemática e formação multidisciplinar.

O curso na UnB

A grade curricular foi estruturada de modo a capacitar o engenheiro a lidar com os problemas de produção dentro de um enfoque sistêmico. A proposta pedagógica procura, dessa forma, garantir uma visão articulada entre as características da atuação profissional e as diferentes áreas de conhecimento envolvidas na solução de problemas de engenharia.
O currículo do curso privilegia o conceito de "aprendizagem baseada em projeto”, no qual o processo ensino é centrado na atividade de projeto. Assim, o próprio estudante terá responsabilidade sobre sua formação, abandonando a tendência simplista de apenas reproduzir o conhecimento repassado pelo professor.

Infraestrutura

As atividades do curso serão desenvolvidas nas instalações da Faculdade de Tecnologia no período noturno. Cinco oficinas pedagógicas serão equipadas com ferramentas computacionais para a realização de trabalhos em projetos dedicados aos tópicos de Gestão de Projetos, Simulação Discreta e Fabricação, Simulação de Dinâmica de Sistemas, Confiabilidade, Manutenibilidade e Disponibilidade e Otimização.

Saiba Mais

  • Habilitação: Bacharelado
  • Unidade Acadêmica: Departamento de Engenharia de Produção - FT/EPR
  • Turno: noturno
  • Vagas por semestre: 50
  • Site: www.epr.unb.br

 


Graduação em Engenharia Química

O curso de graduação em Engenharia Química da Universidade de Brasília foi criado 2012 fundamentalmente para formar profissionais para atuar na academia e na indústria, desenvolvendo atividades voltadas para a pesquisa e o desenvolvimento de processos industriais de transformação físico-química.

Perfil

O curso de Engenharia Química visa dotar os profissionais de um conjunto de conhecimentos que possibilitem uma atuação estratégica no ambiente profissional. O curso se destaca pelo caráter interdisciplinar e multidisciplinar do conhecimento adquirido, o que permite ao profissional formado atuar com extrema competência em diversos segmentos tecnológicos.

O curso na UnB

O curso possui 282 créditos, o que equivale a 4230 horas, e pode ser concluído entre 8 e 16 semestres. A universidade de Brasília oferece 40 vagas por semestre para o curso de Engenharia Química, e os egressos recebem o grau de Engenheiro (a) Químico.

Saiba Mais

  • Habilitação: Bacharelado
  • Unidade Acadêmica: Faculdade de Tecnologia - FT / Instituto de Química - IQ
  • Turno: Diurno
  • Vagas por semestre: 40
  • Site: www.iq.unb.br

 


Graduação em Engenharia de Redes de Comunicação

O desenvolvimento das tecnologias de comunicação acelerou os processos de informação. Hoje, é praticamente impossível não ter acesso ao que acontece no Brasil e no mundo. Porém, todo esse fluxo estaria ameaçado sem a presença dos engenheiros de redes. Esses profissionais garantem que os caminhos da informação permaneçam livres e cada vez mais modernos. Cabe a eles desenvolver as tecnologias básicas, realizar projetos, implantar, operar e gerenciar redes de telefonia, televisão e comunicação de dados.

Perfil

Além da facilidade com disciplinas exatas, o estudante precisa gostar de computadores e ter habilidade para trabalhar em equipe. O interesse pelas novidades tecnológicas é fundamental para quem quer se dar bem na profissão.

Mercado de Trabalho

A área cresceu muito nos últimos anos e deve se expandir ainda mais com a chegada da tevê digital ao Brasil. Os engenheiros de redes atuam basicamente em concessionárias de telecomunicações, provedores de serviços de redes, empresas usuárias de serviços de redes, bancos, empresas de consultoria e processamento de dados, universidades e centros de pesquisa, indústrias de telecomunicações e nos setores de tecnologia da informação e da comunicação dos órgãos públicos.

O curso na UnB

Os alunos estudam, desde o início do curso, disciplinas da área, ao mesmo tempo em que cursam as do ciclo básico, como Matemática e Física. As específicas de redes envolvem aspectos teóricos e práticos e incluem desde o conhecimento dos equipamentos e dos protocolos de comunicação até o projeto, a implantação, o desenvolvimento de aplicações, o conteúdo, a gerência e a segurança das redes em ambiente de negócios.

Infraestrutura

Exercícios práticos são realizados em todos os laboratórios utilizados pelo curso de Engenharia Elétrica. Além desses, há o Laboratório de Redes de Comunicação (LabRedes) – espaço de cerca de 300 m² equipado com sessenta computadores clientes, vinte computadores servidores e uma rede local. O LabRedes subdivide-se em salas de aula informatizadas, cinco laboratórios e um centro de redes. A UnB possui também um laboratório para o desenvolvimento de tecnologias para Forense Computacional, Universal Internet of Things (UIoT) e TV digital.

Saiba Mais

  • Habilitação: Bacharelado
  • Unidade Acadêmica: Departamento de Engenharia Elétrica - FT/ENE
  • Turno: Diurno
  • Vagas por semestre: 40
  • Site: www.redes.unb.br

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CEP 70.910-900

 

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